7 comidas imperdíveis para provar em São Paulo

7 comidas imperdíveis para provar em São Paulo

Da Redação
7 comidas imperdíveis para provar em São Paulo Reprodução/Minha Receita
7 comidas imperdíveis para provar em São Paulo
Reprodução/Minha Receita

São Paulo completa 467 anos nesta segunda-feira, 25 de janeiro. A cidade reúne um pouco da gastronomia do mundo todo, mas guarda alguns cantinhos e pratos especiais que são carros-chefe entre os paulistanos. Do Pastel da Maria à galinhada de Alex Atala, veja seis lugares e iguarias na capital paulista que valem a visita.

Sanduíche de mortadela, do Mercadão 
Algumas pessoas dizem que almoçar ou jantar um sanduíche é uma refeição leve e rápida, só para enganar o estômago. Esse pensamento, sem dúvida, não se encaixa ao tradicional sanduíche do Mercado Municipal de São Paulo, que leva 300 g só de mortadela e tem fama desde 1933. “Se somar com o queijo e o pão, passa de meio quilo com certeza”, explica Marcos, proprietário da Famiglia Rivitti, onde a iguaria é vendida.

R. Cantareira, 306 - Centro Histórico


 

Pastel da Maria
Uma das comidas de rua mais clássicas do Brasil é o pastel, que faz uma combinação perfeita com o caldo de cana. A tradição começou mesmo lá em 1914, quando o prefeito de São Paulo na época, Washington Luís, criou a feira livre. E quem é fã do quitute e mora na capital paulista provavelmente já provou o famoso Pastel da Maria, que foi eleito algumas vezes como o melhor pastel da cidade em concursos.  “Pode ser qualquer recheio, eu tenho mais orgulho da minha massa. Ela fica sequinha, nada encharcada”, explica.

Endereço: Feira da Praça Charles Miler - Pacaembu

Feijoada do Zé Batidão
Zé Batidão, dono de uma das feijoadas mais famosas da periferia de São Paulo. Seu Zé é de Minas Gerais e chegou em São Paulo em 1969. Ele faz, há 30 anos, sempre às quartas e sábados, a receita para vender no local que abriga uma biblioteca e é sede de saraus do CooPerifa. O segredo do prato? deixo de molho três dias na água fria, que é para tirar todo o sal. Depois, cozinho os pedaços inteiros. Aí, depois, divido nas panelinhas, assim todas ficam com quantidades iguais de carne. O segredo da boa feijoada é comprar uma boa carne.”


Endereço: Rua Bartolomeu dos Santos, 797 - Jardim Leticia


Galinhada, do Alex Atala
O prato feito com galinha caipira é um clássico do Alex Atala e servido no Dalva e Dito. O chef já serviu mais de 7 mil pessoas em um evento na Virada Cultural. Ele conta que inicialmente prepara uma marinada com vinagre, cebola, alho, pimentão vermelho, um mix de ervas (salsinha, cebolinha, manjericão, coentro e hortelã), tomate, colorau, sal, orégano, azeite de oliva, folhas de louro e pimenta de cheiro. Em seguida, coloca a galinha em pedaços e deixa descansar por 2 horas antes de ir para o forno.

Endereço:  R. Padre João Manuel, 1115 - Jardins


Sanduíche de bauru, Ponto Chic
Há mais de 80 anos, o estudante Casimiro Pinto Neto se mudou de Bauru, interior de São Paulo, para a capital para estudar Direito no Largo São Francisco, e ganhou como apelido o nome da sua cidade. Na época, ele e um amigo iam frequentemente ao Ponto Chic, e ele chamou o chapeiro para ditar o que queria para montar um sanduíche balanceado e nutritivo. O sanduíche levava pão francês, fatias de rosbife, tomate, pepino em conserva e mistura de quatro tipos de queijo: prato, estepe, gouda e suíço, tudo na água fervendo com manteiga. A receita faz sucesso até hoje.

Endereço:  Largo Paissandú, 27 - Centro Histórico 



 

Baião de dois, do Mocotó
Na zona norte de São Paulo, longe dos restaurantes mais famosos da cidade, fica uma joia da culinária brasileira: o Mocotó. Criado por Zé Almeida na década de 1970, ganhou uma pitada de renovação com seu filho, Rodrigo Oliveira, e passou a frequentar as listas de melhores restaurantes da América Latina. Da Vila Medeiros, o estabelecimento ganhou o mundo e é reconhecido internacionalmente, principalmente pelo seu baião de dois.

Endereço: Av. Nossa Sra. do Lorêto, 1100 - Vila Medeiros


Sanduíche de pernil, Bar e Lanches Estadão
O Bar e Lanches Estadão foi fundado por portugueses em 1968 e recebe clientes 24 horas por dia em 363 dias por ano. O estabelecimento ficava ao lado da redação do jornal Estado de São Paulo, então é fácil descobrir o porquê do nome. Em 1974, o bar mudou de dono e ganhou o prato que até hoje é carro-chefe no cardápio: o sanduíche de pernil. “São mais de 30 peças de 7 kg de pernil consumidos todos os dias”, explica o gerente Rogério César.

Endereço:  Viaduto Nove de Julho, 193 - Centro Histórico