
Resumo da notícia
Premiação Golden Globe 2026 serviu vinhos argentinos acessíveis, Terrazas de los Andes Reserva Malbec e Chardonnay, encontrados no Brasil por cerca de R$ 100 a garrafa, além de champanhes francesas Moet Chandon Brut Imperial e Rosé por aproximadamente R$ 500 cada.
Brasil conquistou destaque na cerimônia, recebendo dois prêmios: Wagner Moura como melhor ator de filme de drama e o filme "O Agente Secreto" como melhor filme internacional.
Rótulo Terrazas de los Andes Reserva Malbec apresenta perfil fresco e frutado, combinando uvas de diferentes terroirs; Terrazas de los Andes Chardonnay é marcado por aromas de frutas e mel; champanhes Moet Chandon Brut Imperial e Rosé possuem blend de Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, sendo indicados para harmonizações variadas e diferenciando-se pelo método de produção e características frutadas.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
Golden Globe acessível? Durante o jantar realizado na premiação, que aconteceu no último domingo, 11 de janeiro de 2026, dois vinhos argentinos – que podem ser encontrados no Brasil por R$ 100 a garrafa, dependendo da safra.
Além do vinho argentino, o Globo de Ouro ainda serviu champanhes francesas de cerca de R$ 500 a garrafa aos artistas. O Brasil se deu bem no Golden Globe 2026, levando pra casa dois prêmios: melhor ator de filme de drama, com Wagner Moura, e melhor filme internacional, com “O Agente Secreto”. Saiba mais sobre os rótulos abaixo:
Terrazas de los Andes Reserva Malbec é um tinto fresco e frutado, feito com uma combinação de uvas Malbec plantadas nos vinhedos no Vale do Uco e as uvas Malbec dos terroirs mais altos de Las Compuertas em Luján de Cuyo, em Mendoza, na Argentina. Pode acompanhar diversos pratos, como carne de vaca e porco, lém de massas com molho de tomate ou sobremesas com chocolate, frutas vermelhas e nozes. Pode custar a partir de R$ 100 – a depender da safra.
Terrazas de los Andes Chardonnay é um branco feito com a uva Chardonnay das regiões vinícolas de Gualtallary e El Peral no Vale do Uco, também em Mendoza, na Argentina. Segundo a marca, tem “aromas suculentos de pêssego amarelo e pêra, realçados por notas de toranja, casca de frutas cítricas cristalizadas e um toque de mel branco”. Combina com peixe, frango e massas de molho branco. Pode custar a partir de R$ 100 – a depender da safra.
Champanhe Moet Chandon Brut Imperial é produzido pela Moët & Chandon na França, na tradicional região de Champanhe. A edição 'Impérial' homenageia a amizade de Napoleão Bonaparte com a família Moët. A bebida é feita com um blend das uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. É uma champanhe fresca, apesar de seco, e frutada. Ideal para acompanhar aperitivos, canapés, peixes e queijos. É encontrado no Brasil por cerca de R$ 500 a garrafa.
A versão rosé da Moet Chandon também esteve presente no Golden Globe. A bebida também é feita com a mistura das uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. Segundo a marca, o “champanhe rosé difere do champanhe branco principalmente pelo seu método de produção e características. Enquanto o champanhe branco adquire sua tonalidade dourada a partir de uvas brancas ou da prensagem de uvas tintas sem contato com as cascas, o champanhe rosé captura sua cor e intensifica o frutado por meio da adição de vinho tinto ou de uma breve maceração da casca da uva”. Isso cria uma bebida mais expressiva e frutada, com notas de frutas vermelhas, que o champanhe branco normalmente não tem. É encontrado no Brasil por cerca de R$ 500 a garrafa.